Como as pessoas estão realmente usando IA em 2026, análise crítica
Análise crítica · Advoco Brasil

Como as pessoas estão realmente usando IA em 2026

A terceira edição do estudo da Harvard Business Review chegou. E confirmou, em escala, quase tudo o que apontamos na nossa crítica de 2025. Inclusive aquilo que a própria HBR só foi nomear agora.

Por André Medeiros Sócio-fundador da Advoco Brasil 18 min de leitura

Em abril de 2025, dissecamos o estudo de Marc Zao-Sanders na HBR e fizemos três apostas críticas. A edição de 2026, agora assinada também por Sara Biuk, acaba de ser publicada. Esta análise mostra, ponto a ponto, o que se confirmou, o que mudou e o que ainda ninguém quer enfrentar de frente.

ContextoO estudo, três anos e meio depois

A série "AI in the Wild" chega à terceira edição com um salto de escala. Foram 12.637 casos de uso reais, extraídos de quase 50.000 registros coletados entre março de 2025 e fevereiro de 2026, em Reddit, Quora, LinkedIn, TikTok, YouTube e artigos públicos. Para efeito de comparação, o método é o mesmo de antes, escutar como as pessoas descrevem, com as próprias palavras, o que fazem com IA. O que mudou foi o volume e a profundidade da amostra.

Os números de pano de fundo dão a dimensão do fenômeno: o ChatGPT chegou a 900 milhões de usuários semanais e o Gemini ultrapassou 750 milhões de usuários mensais. É adoção em ritmo de smartphone, alcançada em pouco mais de três anos e meio. A pergunta que o estudo persegue não é mais "a IA vai chegar", e sim "para que, afinal, as pessoas a estão usando".

Gráfico HBR 2026 com os principais temas de uso de IA
Principais temas de uso, edição 2026. A categorização por temas confirma a tese central do estudo: a IA está sendo apontada para um leque cada vez mais amplo de tarefas, do trivial ao íntimo. Fonte: Harvard Business Review, Zao-Sanders e Biuk.

Aposta 1, confirmadaA escala respondeu, o viés permaneceu

Em 2025, nossa crítica metodológica foi direta: o artigo não dizia quantas postagens foram analisadas, nem quem eram esses usuários. Perguntamos, textualmente, se eram "5.000 ou 50.000". A edição de 2026 responde com transparência bem-vinda: 12.637 casos de uso, de quase 50.000 registros, em uma janela de 12 meses claramente delimitada. Isso é avanço real, e merece reconhecimento.

Mas o problema estrutural que apontamos não desapareceu, apenas ficou maior. As fontes continuam sendo plataformas anglófonas de autoexpressão digital. Quem escreve no Reddit sobre IA é, por definição, alguém confiante o bastante para opinar em público. O sócio de um escritório de médio porte em Campinas, o advogado trabalhista em Fortaleza, a equipe paralegal que usa IA com medo de errar e sem contar para ninguém, esses não aparecem na base. O silêncio da maioria ansiosa continua invisível.

Leitura para o mercado jurídico

O ranking de 2026 é um retrato fiel do profissional digital de língua inglesa com acesso a ferramentas de ponta. Ele é uma referência, não um espelho do escritório brasileiro. Tratar o ranking como mapa de adoção local é o primeiro erro de diagnóstico.

Aposta 2, confirmada e batizadaO "thinkslop" tem nome agora

Este é o ponto onde a correlação entre os dois artigos fica mais nítida. Em 2025, propusemos reimaginar a IA como "espelho reflexivo", "provocador socrático" e "parceiro filosófico de debate", em vez de tratá-la como oráculo que entrega respostas prontas. O argumento era que a IA que valida passivamente degrada o pensamento, e a IA que confronta o aprimora.

A edição de 2026 deu nome ao perigo que descrevemos: thinkslop, o pensamento preguiçoso e descuidado que o uso excessivo de IA produz. Em pelo menos um quarto dos principais casos de uso, as pessoas estão pedindo que a IA pense por elas. E o estudo expõe o mecanismo perverso por trás disso: a ferramenta é desenhada para manter o usuário engajado, o que significa elogiar em vez de confrontar.

A IA é um espelho, não um gênio. Use-a como tal.

Colaborador citado no estudo da HBR, 2026, o mesmo conceito que propusemos em 2025

Para o escritório de advocacia, isso tem uma face específica e grave, o thinkslop jurídico. O associado que usa IA para redigir uma petição e entrega o rascunho sem revisão crítica está delegando julgamento técnico a um sistema que não tem inscrição na OAB, não responde a processo disciplinar e não tem dever de diligência. O resultado é qualidade aparente, texto fluente e bem estruturado, com qualidade oculta degradada, argumentação rasa, jurisprudência ausente ou inventada, e equívocos processuais que só aparecem na intimação.

Exemplo concreto

Um escritório pede à IA: "redija a contestação". A IA entrega três páginas convincentes. O sócio, satisfeito com a fluência, revisa por cima. Esse é o thinkslop em estado puro. O antídoto é inverter o prompt: "aponte as três fraquezas mais graves desta tese e o contra-argumento que o juiz mais provavelmente acolherá". A diferença entre os dois usos não está na ferramenta, está em como o profissional foi treinado para segurá-la.

Gráfico HBR com os 10 principais usos de IA em 2025
Os 10 principais usos, edição 2025. Guardamos este gráfico do ano passado de propósito. Ele é o ponto de partida da correlação: terapia e companheirismo já lideravam, e foi sobre os riscos desse uso que concentramos a crítica em 2025. Fonte: Harvard Business Review, Zao-Sanders.

Aposta 3, confirmada com mais honestidadeTerapia e companheirismo, o uso número um

Em 2025, alertamos que o uso da IA como terapeuta e companheiro era apresentado como inequivocamente positivo, ignorando os riscos de alucinação em contextos emocionais, as limitações de janela de contexto nos planos gratuitos e a chance real de adiar intervenção profissional. Foi a seção mais densa da nossa crítica.

A edição de 2026 confirma a tendência e, desta vez, com mais coragem para reconhecer o problema. O uso mais comum de toda a tecnologia não é codificar nem analisar dados, é suporte emocional. Terapia e companheirismo somam mais de 1.400 entradas e 11% de tudo o que foi observado, ante 5% no ano anterior. O estudo, desta vez, ouve um especialista de saúde mental do King's College London, que aponta o óbvio incômodo: diante de filas de espera e dificuldade de acesso a atendimento, não surpreende que tanta gente recorra à IA.

A lacuna que continua aberta

O reconhecimento de 2026 é real, mas para no diagnóstico. Falta o próximo passo, a responsabilidade das plataformas e o papel do regulador. No Brasil, onde o Conselho Federal de Psicologia já se manifestou sobre limites do uso de IA em atendimento psicológico, esse silêncio normativo é mais do que uma omissão acadêmica, é um vazio prático.

Tabela completa HBR 2026 com os 100 principais casos de uso de IA
Os 100 casos de uso, edição 2026. O ranking completo revela duas novidades que merecem atenção do gestor jurídico: operações agênticas autônomas entram entre os primeiros, e o "vibe coding" surge mais abaixo. São tendências reais, mas ainda em estágio inicial e pequena escala. Fonte: Harvard Business Review, Zao-Sanders e Biuk.

A confissão enterradaAdoção gigante, transformação mínima

A frase mais importante do artigo de 2026 está cravada no meio do texto e contraria todo o discurso de mercado: no mundo dos negócios, há muita atividade produzindo benefícios marginais, e não transformadores, pelo menos até agora. O único retorno financeiro documentado com clareza em todo o estudo é uma única agência de marketing, que relata aumento de 20 a 30% em conversão com campanhas de e-mail personalizadas por IA. Os próprios autores chamam esse tipo de número de raro nos dados.

Traduzindo para a realidade dos escritórios: a maioria dos advogados que diz "usar IA" está no nível mais baixo da pirâmide de valor, eficiência operacional. Primeiros rascunhos, resumos de reuniões longas, explicação de cálculos em linguagem simples. Útil, real, mas longe de transformação. A pirâmide do estudo é larga na base e estreitíssima no topo.

TransformaçãoRepensar o modelo do escritório. Rara, embrionária, quase sempre em bancas pequenas e ágeis.
CrescimentoCaptação e marketing mais eficazes. Evidência existe, mas é anedótica.
EficiênciaRascunhos, resumos, clareza. Onde quase todo mundo realmente está.
Por que isso valida a tese da Advoco

Desde 2012 sustentamos que IA em escritório de advocacia precisa ser tratada como projeto de gestão, não como adoção individual de ferramenta. O estudo de 2026 prova o ponto sem querer: adoção solta, de baixo para cima, gera thinkslop no indivíduo e margem incremental na organização. Transformação exige estrutura, governança e mudança de rotina. Ferramenta sem projeto é teatro.

O ponto novo de 2026O uso sombra que ninguém vê

Há um achado em 2026 que tocamos de leve em 2025 e que merece destaque total agora, o uso sombra. O estudo descreve, como prática comum, profissionais usando IA em segredo. Um deles resume: fecho tickets duas vezes mais rápido, minhas entregas têm menos erros, fui elogiado na última avaliação, mas ninguém sabe que estou usando IA. Outro relata ter construído um agente para fazer metade do próprio trabalho, em sigilo, depois que a gestão rejeitou a ideia, e usado o tempo livre em um negócio paralelo.

Para o escritório de advocacia, esse é um risco operacional subestimado e tem três camadas:

  1. Curva de aprendizado. Quando o associado júnior produz com IA escondido, ele entrega volume, mas não desenvolve o julgamento que só nasce de errar, apanhar do sócio e refazer. A produtividade sobe por dois anos enquanto o banco de talento real afina por baixo.
  2. Supervisão e responsabilidade. O sócio assina uma peça revisada por cima, sem saber que a base foi gerada por IA. A responsabilidade profissional é dele, o controle de qualidade que ele imaginava ter, não.
  3. Relação com o cliente. O cliente paga por julgamento humano qualificado. Uso sombra sem política clara transforma essa promessa em uma caixa-preta que ninguém na banca consegue auditar.
O contrassenso da proibição

A reação intuitiva do sócio conservador é proibir. O estudo mostra exatamente por que isso falha: a proibição não elimina o uso, empurra para a sombra, onde o risco fica sem gestão. Política permissiva e bem delimitada traz o uso para a luz, onde ele pode ser apoiado, auditado e ensinado.

CorrelaçãoO que apostamos em 2025 e o que a HBR confirmou em 2026

Tema Nossa crítica · 2025 Estudo HBR · 2026
Tamanho da amostra Apontamos a ausência de números e o risco de viés de seleção. Passa a declarar 12.637 casos. A escala melhora, o viés de fonte permanece.
IA validando passivamente Propusemos "espelho reflexivo" e "provocador socrático". Batiza o problema de thinkslop e prescreve o uso como parceiro de debate.
Terapia e companheirismo Alertamos para alucinação, contexto e adiamento de ajuda profissional. Confirma como uso número um, sobe de 5% para 11%, e ouve um especialista.
Riscos em contexto jurídico Mostramos o perigo no caso "contestar uma multa", sem supervisão. Reconhece o gap entre fluência aparente e qualidade real do output.
Transformação de negócio Questionamos o tecno-otimismo e a falta de evidência de impacto. Admite benefícios marginais e ROI documentado raro.
Estrutura de avaliação Propusemos o "Prisma da IA", utilidade, agência e impacto coletivo. Chega a uma pirâmide de ambição, menos crítica que o prisma.

A diferença que ainda nos separa do estudo é uma só: o "Prisma da IA" que propusemos avalia a qualidade do uso, enquanto a pirâmide de 2026 avalia apenas o nível de ambição. São métricas distintas, e a primeira é mais útil para a decisão concreta de um sócio diante da própria banca.

ConclusãoO diagnóstico está pronto. Falta a segunda-feira de manhã

Tanto o estudo de 2026 quanto a nossa crítica de 2025 param onde o trabalho de verdade começa, o que fazer na prática. O artigo entrega recomendações genéricas, a crítica entrega reimaginações conceituais. Ambos acertam o diagnóstico e nenhum entrega a prescrição operacionalizada. É exatamente essa a lacuna que o método de gestão preenche.

Eficiência primeiro

Construa o caso de uso sobre tempo economizado e clareza ganha, não sobre transformação. É o ganho que as pessoas de fato relatam, e é honesto.

Treine o contraponto

Ensine a equipe a pedir que a IA encontre falhas, não que confirme acertos. Rascunhar por último, não por primeiro. É a defesa prática contra o thinkslop.

Acabe com a sombra

Audite por que a equipe esconde o uso e remova os incentivos ao sigilo. Política clara e sem punição transforma uso oculto em aprendizado coletivo.

Trate como projeto

Defina papéis, métricas e rotina. IA medida por eficiência, qualidade jurídica e qualidade de vida deixa de ser ferramenta solta e vira capacidade da banca.

O estudo da HBR confirma em escala global o que sustentamos há mais de uma década. IA que não é tratada como projeto de gestão produz pensamento preguiçoso no indivíduo e margens incrementais na organização. A transformação real exige estrutura, não apenas acesso à ferramenta.

André Medeiros · Advoco Brasil

A apuração de 2026 não é a que a maioria das estratégias de IA foi escrita para enfrentar. A adoção é enorme, mas conduzida pelas pessoas, não pela liderança. O uso de maior valor costuma estar escondido. E a transformação segue sendo uma promessa, paga quase só às bancas pequenas e ágeis o suficiente para cobrá-la. Quem vai bem daqui para a frente não é quem nega essa realidade, é quem decide governá-la.

André Medeiros

André Medeiros

Sócio-fundador da Advoco Brasil

Consultor de gestão para escritórios de advocacia, criador do IAThon e autor de "AdvocacIA ou Obsolescência". Desde 2012 ajudando o mercado jurídico a evoluir, porque a mudança é essencial.

Fontes

  1. Zao-Sanders, M. e Biuk, S. (2026). How People Are Really Using AI in 2026. Harvard Business Review.
  2. Zao-Sanders, M. (2025). How People Are Really Using Gen AI in 2025. Harvard Business Review.
  3. Medeiros, A. (2025). Como as pessoas estão realmente usando IA generativa em 2025, análise crítica. Advoco Brasil.
Advoco Brasil · Porque a mudança é essencial
Desde 2012 ajudando o mercado jurídico a evoluir.
Ouça o podcast aqui:

APPS

Apresentamos a ecossistema de APPs da Advoco

Uma reflexão para não errar de novo no uso da tecnologia

Advocacia: um fardo ou uma arte? Se a exaustão e a repetição dominam seu cotidiano, não aceite um “novo normal”. Não oferecemos meros atalhos para a mesma corrida, mas uma ruptura.

Nossas ferramentas não são para otimizar a servidão, mas para reconfigurar a autonomia. Elas não visam a um “fazer mais rápido”, mas a um “fazer o que realmente importa”.

O propósito é resgatar:

  • A clareza de pensamento, soterrada pela gestão miúda.
  • A profundidade estratégica, substituída pela urgência vazia.
  • A qualidade de vida, sacrificada no altar da agenda superlotada.

Não se trata de produtividade bruta, mas de inteligência aplicada. De uma produção jurídica que respira excelência porque seu criador respira liberdade. Porque o valor do seu intelecto não se mede em horas esgotadas, mas em soluções geradas e na serenidade de quem as concebe.

Isto é um convite à reengenharia da sua própria existência profissional. Uma advocacia onde a mente é livre para criar, e não para meramente operar.

Quer aprender mais?

Inscreva-se em nossa newsletter semanal sobre inovação jurídica e receba dicas práticas direto no seu e-mail.

Fique por dentro das últimas tendências

André Medeiros é especialista em gestão para escritórios de advocacia e entusiasta da Inteligência Artificial no Direito e Legal Design. Acompanhe suas análises e insights sobre o futuro da advocacia.

Junte-se ao nosso grupo no WhatsApp, onde advogados de todo o Brasil trocam ideias e novidades sobre Inteligência Artificial! Não perca a oportunidade de se atualizar com as últimas ferramentas e tendências do mercado jurídico.
Novidades
Veja também nossos Assistentes Jurídicos - GPTs projetados para ajudar na sua produtividade.
Novidades

Veja mais conteúdos

  • All Posts
  • Blog
    •   Back
    • Inteligência Artificial
    • Gestão
    • Pessoas
    • Financeiro
    • Marketing
    • Clientes
    • Rotinas
    • Legal Design
    • Resenhas
    • CRM
    •   Back
    • CRM
20 prompts para NotebookLM

17 de maio de 2026/

O NotebookLM não é um buscador glorificado. É uma ferramenta de raciocínio, e a maioria dos advogados usa com perguntas...

falácias-na-mira

6 de maio de 2026/

Você já sentiu que algo estava errado em um argumento, mas não conseguiu apontar o quê? Isso tem nome: falácia...

Mais

End of Content.

Desde de 2012 temos ajudado o mercado jurídico a evoluir.

© 2012 – 2024 – Todos os direitos reservados – Advoco Brasil – Política de Privacidade

Pausa temporária nos APPs da Advoco

Estamos redefinindo os APPs da Advoco. Em breve iremos apresentar novas funcionalidades e opções ainda mais avançadas para você aprimorar sua produção jurídica e eficiência.

Caso você tenha alguma urgência, ou esteja utilizando os APPs de forma regular, fale conosco.

Para onde seu escritório está indo?

Planejar no PowerPoint é fácil; fazer gente ocupada remar pro mesmo lado é outra história. A Advoco junta todos os sócios na mesma mesa, corta o consultês e traduz visão de futuro em escolhas claras: onde atuar, quanto crescer e o que largar pelo caminho.

Visão sem blá-blá-blá Nicho que paga a conta
Olho-no-olho, alinhamos objetivos e métricas em uma página. Todo mundo sai sabendo para onde o escritório vai — e por quê. Chega de abraçar o mundo. Definimos áreas foco onde o escritório gera mais valor (e reputação) e descartamos o resto.
Prioridades de crescimento Ritmo de execução
Metas trimestrais enxutas e negociadas entre os sócios: novos clientes, ticket médio e equipes alocadas. Nada de listas infinitas. Implantamos rituais rápidos: reuniões de 20 min, quadro de avanços e decisões semanais. Estratégia vira hábito, não evento anual.
Rotinas que andam sozinhas — e fazem sentido

Chega de tarefas voando sem dono. A Advoco Brasil desenha o mapa completo do seu escritório: papéis, entradas, saídas e conexões entre Jurídico, Financeiro, Paralegal e Administração. Depois, pluga tecnologia para que tudo rode no piloto-automático — eficiência antes de tudo.

Quem faz, por que faz Fluxo sem fricção
Definimos papéis e KPIs para que cada pessoa saiba o que entregar e por qual razão — zero ambiguidade, zero “achismos”. Transformamos atividades dispersas em um pipeline visual; status, prazos e responsáveis visíveis para todos.
Tecnologia que libera tempo Integração sem muros
Automatizamos tarefas repetitivas com low-code, IA e RPA; seu time foca no que realmente importa. Conectamos Jurídico, Financeiro e Administrativo em um único ecossistema de dados — informação certa, no lugar certo, na hora certa.
Como gerir melhor o Dinheiro?

Cansado de planilhas confusas, metas genéricas e discussões eternas sobre “quanto cobrar”?
A Advoco Brasil simplifica — e fortalece — a gestão do dinheiro: precificamos honorários em linha com seu posicionamento, definimos metas de faturamento por carteira (contínua ou avulsa) e estruturamos regras claras de distribuição de lucros. No fim, tudo chega a um dashboard dinâmico que entrega transparência total e acelera a tomada de decisões.

Preço que impulsiona crescimento Metas que enxergam cada cliente
Hora-banco? Só se fizer sentido. Criamos modelos de precificação baseados em valor estratégico, margem alvo e diferenciação — não apenas em horas vendidas. Receita toda misturada confunde estratégia. Separamos metas por clientes de partido, projetos avulsos e contencioso de massa, revelando onde investir energia.
Lucro claro, jogo limpo Dashboard em tempo real
Distribuição nebulosa é convite ao conflito. Definimos regras transparentes de partilha: pró-labore, reserva de caixa e bônus por resultado—sem espaço para dúvidas. Número que não aparece não influencia. Implantamos painéis que exibem KPIs financeiros ao vivo (ticket médio, margem, realização) para decisões rápidas e baseadas em dados.
Construindo uma equipe de verdade

Como garantir motivação, retenção e crescimento quando faltam clareza de papéis, trilha de carreira e critérios de remuneração?
A Advoco Brasil mapeia a maturidade de cada profissional — júnior, pleno ou sênior — define expectativas objetivas por função e conecta PDIs aos planos estratégicos do escritório. Resultado: equipes engajadas, liderança previsível e desenvolvimento alinhado ao futuro do negócio.

Sem trilha, sem destinoFeedback que move, não queima
Quem não enxerga o próximo passo trava. Estruturamos um mapa de carreira transparente e justo, para que cada advogado saiba onde está e até onde pode chegar.Talento sem orientação vira turnover. Implantamos ciclos de feedback contínuo e PDIs práticos para transformar pontos cegos em ações de melhoria mensuráveis.
Remuneração que faz sentidoEstratégia = Pessoas em ação
Planos de pagamento confusos minam o engajamento. Criamos modelos de remuneração baseados em mérito, metas e valor entregue, alinhados aos resultados do escritório.Visão sem execução é slide. Ligamos o desenvolvimento individual às metas estratégicas, garantindo que cada competência nova impulsione objetivos coletivos.
Controle de Comissão para Advogados

Com a ferramenta inovadora da AdvocoBrasil, você controla suas comissões de forma fácil, rápida e segura.

Nossa ferramenta:

  • Automatiza o cálculo de comissões, evitando erros e economizando tempo.
  • Oferece visualização em tempo real em um dashboard, facilitando a gestão financeira do seu escritório.
  • Permite a criação de regras personalizadas para o cálculo de comissões, de acordo com as necessidades do seu escritório.
Precificação com base na tabela da OAB

Com esta ferramenta simples, porém inovadora da Advocobrasil, você precifica seus honorários em segundos, com precisão e confiança.

Nossa ferramenta:

  • Compara os preços da tabela da OAB com a realidade do mercado e com os preços/hora do seu escritório.
  • Você faz a estimativa a quantidade de horas a ser trabalhada para cada ato jurídico, com base em dados reais.
  • Ao final você terá uma visão completa com a precificação detalhada para cada caso.
Construindo uma visão uníssona

Como lidar com a falta de alinhamento, as limitações, ansiedades, perdas de controle, egos inflados e a falta de visão dos sócios?
Nossa abordagem avalia quão alinhados os sócios estão com a visão de gestão atual, conexão com o futuro e principalmente sobre a clareza de seus papeis e responsabilidades de liderança.

Lidar com gente parece fácil, mas não é!

Liderar um escritório de advocacia exige mais do que conhecimento jurídico.

É necessário visão estratégica, capacidade de inspirar e impulsionar o crescimento. A Advoco Brasil ajuda criando um ambiente de alto desempenho e cultivando uma cultura de inovação.

O mercado muda o tempo todo, você também deveria!

As ferramentas digitais, as novas leis e as demandas dos clientes exigem adaptabilidade e visão de futuro.

AdvocoBrasil ajuda a identificar as tendências do mercado e a desenvolver estratégias para se manter competitivo e relevante, com metodologias de Gestão de Mudanças.

Todo gestor entende de desenvolvimento de negócios, você também deveria!

Atrair novos clientes e fidelizar os existentes é fundamental.

A AdvocoBrasil te ajuda a desenvolver estratégias de marketing jurídico eficazes, a construir relacionamentos sólidos com clientes e a identificar novas oportunidades de negócio.

0%