
Ensine a IA a decidir como o seu escritório decide
A primeira fase da adoção de IA, sobre quem tinha acesso aos melhores modelos, acabou.
A próxima é definida por quem consegue codificar julgamento, ou seja, tirar da cabeça dos sócios o apetite a risco, a voz da banca e os limiares de escalada e transformá-los em algo que os agentes executam com consistência.
Este artigo adapta para a advocacia brasileira o estudo da Harvard Business Review e mostra, com casos reais (ITA Group, AWP Safety, Nathan Mapp e Ramp) e um método prático de painel com advogados sêniores, por onde o escritório começa esse trabalho.








