
Humanizador Jurídico
Advogados usam IA para redigir peças. O problema não é isso. O problema é entregar o rascunho sem revisar o suficiente.
O resultado chega ao juiz com marcadores que qualquer leitor atento identifica: inflação de significância, atribuições vagas a “a doutrina”, conclusões sem pedido expresso. Esses padrões não são apenas esteticamente ruins. Eles ocupam o espaço que deveria conter o artigo de lei, o número do acórdão, o fato que sustenta a tese.
Este artigo descreve 11 padrões de escrita artificial encontrados em peças processuais, pareceres e contratos brasileiros. Para cada padrão: o marcador, um exemplo com IA e a correção correspondente.








