| Sem trilha, sem destino | Feedback que move, não queima |
| Quem não enxerga o próximo passo trava. Estruturamos um mapa de carreira transparente e justo, para que cada advogado saiba onde está e até onde pode chegar. | Talento sem orientação vira turnover. Implantamos ciclos de feedback contínuo e PDIs práticos para transformar pontos cegos em ações de melhoria mensuráveis. |
| Remuneração que faz sentido | Estratégia = Pessoas em ação |
| Planos de pagamento confusos minam o engajamento. Criamos modelos de remuneração baseados em mérito, metas e valor entregue, alinhados aos resultados do escritório. | Visão sem execução é slide. Ligamos o desenvolvimento individual às metas estratégicas, garantindo que cada competência nova impulsione objetivos coletivos. |
Martorelli · Recife · Imersão em IA
Primeiro a gente mostra as possibilidades,
IdeIAthon 4.0
Primeiro a gente mostra as possibilidades,
depois vocês constroem.
Trinta advogados classificados por concurso interno. Cinco turmas. Dez entregas funcionando ao vivo no encerramento. Sem slide de resultado, sem protótipo de mentira, sem promessa para o trimestre que vem.
Claude
Base44
Licenças já contratadas para todo o time
André MedeirosAdvoco Brasil, desde 2012 ajudando o mercado jurídico a evoluir
Onde a sala está e onde ela precisa chegar
Nível 1
Nível 3
Existem três níveis. Quase todo mundo para no primeiro.
Boa parte do mercado acha que já usa inteligência artificial porque alguém pergunta alguma coisa no chat e cola a resposta na peça. Isso é o nível 1. O IdeIAthon existe para levar trinta pessoas do nível 1 ao nível 3 em dois dias, e o pulo entre eles é bem maior do que parece de fora.
Usa
Pergunta, lê, copia, cola. Toda vez do zero, porque a ferramenta não sabe nada sobre o escritório nem sobre o cliente.
Ganha minutos por tarefa
Nível 2
Configura
Monta um assistente com o contexto da casa dentro: base de conhecimento, regra de recusa e formato de saída aprovado pelo sócio.
Ganha horas por semana
Constrói
Entrega o processo inteiro a um agente que roda sozinho, no horário combinado, com dado estruturado e permissão por papel.
Tira a atividade da mesa
Nenhum dos três é errado. O problema é achar que está no nível 3 estando no nível 1, e é exatamente por isso que o dia 1 inteiro serve para a sala ver, com os próprios olhos, onde fica o teto de cada um deles antes de escolher no que vai trabalhar.
O desenho em números
Combinado é combinado.
Estes números são compromisso, não estimativa.
0
horas
Dois dias seguidos, presencial, em Recife.
0
participantes
Classificados por concurso interno, não por indicação.
0
turmas
Seis pessoas cada, formadas na Feira de Atividades.
0
entregas
Um assistente e um agente por turma, funcionando.
Dia 1 é para enxergar
Demonstração completa do Claude e do Base44, inventário das atividades operacionais e formação das turmas por tema e área.
Dia 2 é para construir
Oito horas de mão na massa. Nenhuma apresentação nova, nenhum conceito novo. Só construção, teste e ajuste.
Licenças resolvidas
Claude e Base44 já contratados para toda a equipe. Ninguém perde um minuto do dia 2 com senha, plano ou liberação.
A distinção que segura o evento inteiro
Assistente e agente não são a mesma coisa.
Quem sai do dia 1 sem entender isso constrói a mesma coisa duas vezes no dia 2 e entrega metade. Por isso a definição aparece cedo e volta a aparecer em cada bloco.
Assistente
Amplifica uma pessoa- Alguém precisa chamar. Ele responde.
- Mora dentro do Claude, com base de conhecimento carregada.
- Serve a um advogado ou a uma prática específica.
- Melhora a qualidade e a velocidade de quem já faz o trabalho.
Exemplo no escritório
Assistente de locação comercial que aplica a checklist da casa em qualquer minuta que o advogado colar
e devolve o parecer no formato que o sócio já espera ler.
Agente
Executa um processo- Ninguém chama. Ele dispara sozinho, no horário ou no evento.
- Mora no Base44 ou em uma tarefa programada, com banco de dados e permissão.
- Serve a uma área inteira, não a uma pessoa.
- Tira a atividade da mesa de alguém, não deixa a atividade mais rápida.
Exemplo no escritório
Agente de triagem de intimações que roda às seis da manhã, classifica por urgência, atribui responsável,
registra o prazo e avisa o time antes de qualquer pessoa abrir o sistema.
Regra prática para levar para o dia 2: se a resposta para quem aperta o botão é uma pessoa, você está construindo assistente. Se a resposta é o relógio ou um evento, você está construindo agente.
A stack fechada
Duas plataformas, dois papéis distintos.
Clique em cada uma para ver o que ela faz e o que ela não faz.
Claude
O raciocínio e o trabalho. É onde a inteligência jurídica do escritório vira instrução escrita, base de conhecimento e regra que não muda de humor. E é também onde ele sai da janela de conversa e passa a mexer nos arquivos e nas rotinas.
ProjectsInstruçõesArtefatos
SkillsPluginsConectores
CoworkTarefas programadas
Base44
O sistema. É onde a solução ganha tela, banco de dados, login, permissão por papel e um link que o time inteiro acessa do celular, sem depender de quem construiu.
EntidadesTelasPermissões
AutomaçõesAgendamentosPublicação
Nenhuma linha de código, em momento nenhum. Sem terminal, sem repositório, sem linguagem de programação. A turma é de advogados e as duas plataformas foram escolhidas justamente porque nenhuma delas exige saber programar. O que elas exigem é saber descrever o próprio trabalho com precisão, que por acaso é exatamente o que um advogado bom já sabe fazer.
Dia 1 · Bloco 2 · 2h00
Claude: o arsenal completo.
Oito recursos, cada um com um caso jurídico ao lado. Nunca no abstrato.
- O que é. Um espaço fechado onde o Claude já sabe o contexto antes de você falar qualquer coisa.
- Ao vivo. Project de Trabalhista com as quarenta teses recorrentes da casa carregadas. A pergunta chega e a resposta já vem com a posição do escritório.
- Por que importa. Acaba a necessidade de repetir contexto em toda conversa.
- O que é. As regras permanentes de comportamento do assistente.
- Ao vivo. Assistente que se recusa a opinar quando falta documento no caso e diz exatamente qual documento falta.
- Por que importa. Recusar bem vale mais do que responder rápido. É aqui que se constrói a confiança do sócio.
- O que é. Documento, planilha, painel ou página que o Claude constrói e você abre, edita e compartilha.
- Ao vivo. Painel de acompanhamento de acordos gerado a partir de uma planilha bagunçada de verdade, daquelas com célula mesclada e coluna sem nome.
- Por que importa. A saída deixa de ser texto na tela e vira entregável.
- O que é. Um procedimento do escritório empacotado, que o Claude aplica sempre do mesmo jeito.
- Ao vivo. Skill que roda a checklist de due diligence societária da casa, na mesma ordem e com o mesmo critério, na décima vez e na centésima.
- Por que importa. É a diferença entre o conhecimento morar na cabeça do sênior e morar no escritório.
- O que é. Um pacote pronto que junta várias skills e conexões de uma vez, instalado com um clique.
- Ao vivo. Instalar o pacote da área jurídica e ver o Claude já sabendo triar contrato e checar cláusula, sem ninguém configurar nada.
- Por que importa. O que uma turma construir pode virar pacote e ser distribuído para o escritório inteiro.
- O que é. Ligação direta com e-mail, agenda, armazenamento e as ferramentas que o escritório já usa.
- Ao vivo. Assistente que lê a agenda e a troca de e-mails e monta o briefing da reunião com o cliente na véspera.
- Por que importa. A informação para de ser copiada e colada de um sistema para o outro.
- O que é. O Claude trabalhando dentro da pasta do escritório, abrindo, lendo, criando e organizando arquivo de verdade.
- Ao vivo. Apontar para a pasta de um cliente e pedir a cronologia completa do caso a partir dos documentos que estão lá.
- Por que importa. Este é o recurso em que a sala percebe que parou de conversar com a ferramenta e passou a trabalhar com ela.
- O que é. Trabalho que dispara no horário combinado, sem ninguém abrir o computador.
- Ao vivo. Varredura de publicações às seis da manhã, com a lista classificada por urgência e o prazo sem dono já sinalizado antes de o time chegar.
- Por que importa. É o recurso que a turma usa na virada da noite entre os dois dias, e é onde assistente vira agente.
claude · project: trabalhista martorelli
advogado> analisa esta reclamatoria e me diz o risco
[lendo 1 anexo · 34 paginas]
claude> Comparei com as 40 teses da base.
Risco alto em 2 pedidos, baixo em 5.
Falta o cartao de ponto de 2023.
Sem ele nao opino sobre horas extras.
[artefato gerado: matriz-de-risco.html]
advogado> agenda isso toda segunda as 7h
claude> Tarefa programada criada.
[proxima execucao: segunda, 07:00]
Simulação do que a sala vê na projeção durante o bloco. A demonstração real acontece ao vivo, com documento anonimizado trazido pelo próprio escritório. Repare na última linha: é ali que o assistente vira agente.
Dia 1 · Bloco 3 · 1h30
Base44: a solução vira sistema.
Tela, banco de dados, login, permissão e link. Sem programar.
- Você descreve o que precisa guardar e a estrutura aparece pronta.
- Caso. Cadastro de contratos com vencimento, cláusula de reajuste, foro eleito e responsável interno.
- Interface gerada a partir da descrição, ajustável na conversa.
- Caso. Portal de abertura de demanda para as áreas internas do cliente, com campos obrigatórios e triagem automática.
- Login e regra de acesso por papel, já embutidos.
- Caso. O sócio enxerga a carteira inteira, o associado enxerga a própria, o estagiário enxerga apenas o que foi atribuído a ele.
- Bloco em que a conversa sobre proteção de dado pessoal deixa de ser teórica.
- O app deixa de esperar clique e passa a agir sozinho, no horário ou no evento.
- Caso. Rotina que roda toda segunda às sete, varre a base e avisa quem está com prazo em risco.
- É aqui que o app vira agente de verdade.
- Link no ar, funcionando no computador e no celular, no mesmo dia.
- Caso. No encerramento, cada turma passa o link para a banca abrir no próprio telefone.
base44 · app: triagem de intimacoes
turma 3> app que recebe intimacao, classifica
por urgencia, atribui responsavel e
avisa o time as 7h
base44> Entidades: Intimacao, Advogado, Prazo
Telas: painel, fila, detalhe
Acesso: socio, associado, estagiario
Automacao: seg a sex, 07:00
[publicado · abrindo no celular]
Divisão que a turma precisa gravar. O Claude decide. O Base44 registra, mostra e avisa. Quando a turma tenta fazer o Base44 decidir, o resultado fica frágil. Quando tenta fazer o Claude guardar dado, o resultado se perde.
Dia 1 · 8 horas
Ver as possibilidades, escolher o caso, formar as turmas.
Clique em qualquer bloco para ver o detalhe.
09:00 · 1h30
Abertura ao vivo
Nada de slide sobre o que a inteligência artificial pode fazer. A sala grita uma atividade chata e ela é construída ali, na hora, na frente de todos.
Sai do bloco: a régua mental da sala recalibrada.
10:30 · 2h00
Claude, arsenal completo
Projects, instruções de sistema, artefatos, skills, plugins, conectores, Cowork e tarefas programadas. Cada recurso com um caso jurídico real ao lado.
Sai do bloco: todo mundo sabe o que dá para pedir e o que dá para delegar.
13:30 · 1h30
Base44, a solução vira sistema
Banco de dados, telas, permissões, automação e publicação. Um app construído do zero na frente da sala.
Sai do bloco: app publicado e aberto no celular de quem estiver na primeira fila.
15:00 · 1h45
Feira de Atividades e formação das turmas
Inventário das atividades operacionais feito ao vivo, na parede, com voto. As cinco turmas nascem daqui, por tema, área e perfil.
Sai do bloco: cinco temas escolhidos e cinco turmas formadas e equilibradas.
16:45 · 45min
Aquecimento e agendamento da madrugada
Cada turma escreve o Contrato do Agente em uma página e programa uma tarefa para disparar durante a noite.
Sai do bloco: cinco tarefas programadas e a sala destravada para o dia 2.
Dia 1 · Bloco 5 · O coração do primeiro dia
Feira de Atividades.
O inventário não vira formulário. Vira parede. Cada participante escreve em cartões as atividades operacionais que consomem o tempo dele, com volume mensal e horas gastas. Tudo vai para a parede, agrupado por área. Depois a sala aplica o filtro em conjunto e vota. Experimente abaixo: você tem três votos.
Seus votos
Clique em três cartões para escolher os temas.
O filtro de elegibilidade
Quatro perguntas por cartão. Quem falha em qualquer uma sai da parede.
- Repete ao menos vinte vezes por mês?
- O insumo já existe em texto ou dado disponível?
- Um sênior consegue descrever o que é resposta certa?
- O erro aparece antes de virar problema processual?
Por que parede e não formulário
Duas coisas acontecem aqui que não aconteceriam com um formulário enviado por e-mail.
Primeira: a sala vê o tamanho do próprio desperdício exposto, em cartões, com números somados na frente de todo mundo.
Segunda: ninguém é alocado, todo mundo escolhe. Turma formada por escolha entrega mais do que turma formada por lista.
E tem um terceiro efeito. O volume e as horas escritos no cartão viram a linha de base oficial da turma. É contra esse número, declarado no dia 1 e na frente de todos, que a banca vai medir a economia de horas no encerramento.
Dia 1 · 45 minutos reservados só para isto
Como as cinco turmas se formam.
Por tema, por área e por perfil. Nesta ordem.
1. Tema
Os cinco cartões mais votados na Feira viram os cinco temas. A votação é aberta e o resultado fica na parede.
2. Área
Cada turma precisa do dono do processo, o advogado que vive aquela dor todo dia. Sem ele a turma constrói no achismo.
3. Perfil
Rebalanceamento na hora. Turma sem ninguém disposto a montar app no Base44 não entrega agente.
| Papel na turma | Quantidade | Ferramenta principal | Responsabilidade |
|---|---|---|---|
| Arquiteto de contexto | 2 | Claude | Instruções de sistema, base de conhecimento, skill do escritório e testes de resposta |
| Construtor | 2 | Base44 | Entidades, telas, permissões, automação e publicação do app |
| Dono do processo | 1 | Transversal | Advogado da área. Diz se a saída serve ou não serve. Voto de qualidade |
| Guardião de dados | 1 | Transversal | Anonimização da base de teste, registro de erros e evidências para o encerramento |
Um aviso para quem organiza o concurso de seleção: classifique também por perfil, não apenas por nota. Uma turma com seis arquitetos e nenhum construtor entrega assistente e não entrega agente.
Entre o dia 1 e o dia 2
A noite também trabalha.
Existe uma forma de explicar o que é um agente que nenhuma aula alcança.
No fim do dia 1, cada turma programa no Claude uma tarefa ligada ao tema que escolheu. A tarefa dispara de madrugada, com a sala vazia e todo mundo dormindo. No dia 2, às nove da manhã, o resultado está lá, pronto, produzido sem ninguém. A ficha cai de um jeito diferente quando a pessoa vê o trabalho feito sem ela.
18:45A turma escreve a tarefa e agenda. Leva menos de dez minutos.
03:00A tarefa dispara. Lê a base, processa, organiza e salva o resultado na pasta.
09:00A turma abre o resultado e apresenta em dois minutos o que a madrugada produziu.
Custo pedagógico deste recurso: zero minuto de aula. Ele acontece enquanto todo mundo janta.
Dia 2 · 8 horas · Nenhum conceito novo
Construir. Só isso.
Zero apresentação, zero slide, zero teoria. A sala vira oficina.
09:00 · 45min
A colheita da noite
Cada turma abre o que a tarefa programada produziu de madrugada e apresenta em dois minutos.
Sai do bloco: o dia começa com prova concreta na mão, não com aquecimento.
09:45 · 2h30
Sprint 1 · o assistente no Claude
Base de conhecimento carregada, instruções de sistema escritas, skill da casa construída e formato de saída definido.
Entrega obrigatória: assistente respondendo três casos reais anonimizados escolhidos pelo dono do processo.
13:30 · 2h30
Sprint 2 · o agente no Base44
Entidades modeladas, telas navegáveis, permissões aplicadas, automação configurada e app publicado com link.
Entrega obrigatória: app processando um lote de dez casos sem ninguém digitando nada.
16:00 · 1h
Ataque cruzado
Cada turma tenta quebrar o agente da turma vizinha. Dado fora do padrão, caso ambíguo, documento faltando, pergunta capciosa.
Entrega obrigatória: registro de dez tentativas de quebra e o que foi corrigido.
17:00 · 1h15
Encerramento ao vivo
Sete minutos por turma. Demonstração no ar, com casos escolhidos pela banca na hora. Slide não conta.
Sai do bloco: decisão explícita de quais soluções vão para produção e quem responde por cada uma.
A regra que define o tom do evento
A banca escolhe os casos. Não a turma.
Toda demonstração acontece ao vivo, com dado real anonimizado, contra os critérios que a própria turma escreveu no Contrato do Agente no fim do dia 1. Protótipo que só funciona no caso feliz preparado pela turma é reprovado, porque a banca sorteia três casos do lote na frente de todos.
Espaço para o vídeo de abertura
Substitua este bloco pelo seu vídeo. Para arquivo local, troque a div por
<video src="abertura.mp4" controls playsinline></video>.
Para YouTube ou Vimeo, use um <iframe> no mesmo lugar.
O que a banca faz em sete minutos
Os casos vêm da base anonimizada preparada na Fase 0. A turma não sabe quais serão até o momento da demonstração.
Link aberto no telefone de quem está julgando. Se travar, trava na frente de todo mundo, e isso faz parte.
Recusar bem vale pontos. Agente que responde qualquer coisa com confiança é o mais perigoso de todos.
Quantas horas por mês aquela atividade consome hoje, quantas passa a consumir e de onde saiu a diferença. O número de partida é o que a própria turma escreveu no cartão da Feira, no dia 1. Aqui também entra quanto custa rodar aquilo por mês, porque solução sem noção de custo não entra em produção.
Não vale responder que o escritório fica mais organizado. A banca quer saber o que o cliente passa a receber, a receber mais rápido ou a parar de cobrar. Se ninguém do lado de fora percebe diferença, o ganho é interno e pontua no critério de horas, não neste.
Como se decide quem venceu
Rubrica de avaliação.
Cem pontos, cinco critérios. Dois medem o artefato, dois medem o resultado, um mede o risco.
Os nomes dos critérios são curtos de propósito, para caber na parede da sala e na cabeça da turma durante a construção. O conteúdo de cada um, porém, é específico. Clique em qualquer critério para ver o que a banca observa, o que ganha ponto, o que perde ponto e como a nota é distribuída. Ao lado, as nove linhas do Contrato do Agente abrem do mesmo jeito, com significado e exemplo em cada uma.
Funciona25 pontos
confiabilidade da execução ao vivo
Roda ao vivo com caso escolhido pela banca, não pela turma.
Como a banca pontuaEconomia real em horas trabalhadas25 pontos
produtividade medida contra a linha de base
Horas por mês devolvidas ao time, medidas contra a linha de base declarada no dia 1, e não contra estimativa inventada na hora da apresentação.
Como a banca pontuaImpacto positivo na relação com o cliente20 pontos
valor percebido do lado de fora do escritório
O que o cliente passa a receber, a receber mais rápido ou a parar de cobrar. Precisa ser observável por ele, não apenas confortável para o escritório.
Como a banca pontuaAguenta pancada20 pontos
robustez com dado torto e recusa correta
Comportamento no ataque cruzado e recusa correta quando falta informação.
Como a banca pontuaEscalável e mantível10 pontos
reuso em outra área e manutenção por outra pessoa
Serve a outra área com ajuste e outra pessoa consegue manter a solução com a documentação de uma página.
Como a banca pontuaO Contrato do Agente
Uma página apenas, escrita pela turma no fim do dia 1, antes de qualquer construção. Ele responde nove perguntas sobre a solução que a turma vai fazer, e serve para três coisas: alinhar a turma antes do dia 2, orientar o mentor durante os sprints e dar à banca uma régua objetiva no encerramento.
A banca não julga contra o que a turma apresenta. Julga contra o que a turma se comprometeu a fazer. Abra cada linha para ver o que ela pede e um exemplo pronto.
O que se pede. A dor, não a solução. Uma frase que qualquer sócio entenda sem contexto adicional, com o tamanho do problema dentro dela.
Certo. O contencioso gasta sessenta e duas horas por mês triando intimações e ainda assim prazo escapa.
Errado. Criar um aplicativo de intimações.
O que se pede. Nome de uma pessoa, não de uma área. É quem executa aquela atividade hoje, tem voto de qualidade sobre a saída e vai responder pela solução depois do evento.
Teste rápido. Se ninguém da turma quer assinar embaixo, a turma escolheu o tema errado e ainda dá tempo de trocar.
O que se pede. O insumo e a origem exata dele. Qual sistema, qual pasta, qual caixa de e-mail, em que formato e com que frequência chega.
Exemplo. PDF da publicação, baixado do sistema do tribunal, entre seis e sete da manhã, de segunda a sexta.
Se a origem depende de alguém copiar e colar todo dia, essa dependência é parte do problema e precisa estar escrita aqui.
O que se pede. A entrega concreta, com os campos que ela precisa ter e para onde vai. Relatório não é formato. Resumo não é formato.
Exemplo. Uma linha na tabela de prazos com processo, tipo de ato, urgência de um a três, responsável sugerido e data limite, mais um alerta no grupo do time às sete da manhã.
O que se pede. O número que já está no cartão da Feira de Atividades. Volume mensal vezes tempo médio por ocorrência, somando todas as pessoas envolvidas.
Exemplo. Oitocentas e quarenta intimações por mês, quatro minutos e meio cada, três pessoas envolvidas, sessenta e duas horas por mês.
Esta é a linha de base. Sem ela, o critério de economia de horas não tem contra o que ser medido e a turma perde vinte e cinco pontos por falta de número, não por falta de resultado.
O que se pede. A frase escrita do ponto de vista do cliente, com algo que ele conseguiria descrever para outra pessoa.
Certo. O cliente passa a receber o relatório da carteira toda sexta, em vez de todo dia dez do mês seguinte.
Errado. O escritório fica mais organizado e a equipe ganha qualidade de vida.
Se o ganho é só interno, não é erro. Ele apenas pontua no critério de horas e não neste.
O que se pede. Um critério verificável por outra pessoa, com número e com exemplo de saída aprovada anexado.
Exemplo. Classificou a urgência do mesmo jeito que o dono do processo classificaria em nove de cada dez casos, e nunca deixou de sinalizar prazo com menos de setenta e duas horas.
Acerto descrito como qualidade boa não serve. A banca precisa conseguir conferir na hora.
O que se pede. O erro que não pode acontecer nem uma vez, separado do erro tolerável que só gera retrabalho.
Exemplo. Grave: classificar como sem urgência um ato com prazo em quarenta e oito horas, ou levar informação de um cliente para o registro de outro. Tolerável: sugerir o responsável errado, que o dono do processo corrige em um clique.
O que se pede. A lista das situações em que o agente para, não decide e devolve o caso para um humano, dizendo o motivo.
Exemplo. Recusa quando o documento chega ilegível, quando o tipo de ato não está na lista conhecida, quando o valor envolvido passa do limite definido pelo sócio e quando falta peça essencial para opinar.
Esta costuma ser a linha mais difícil de escrever e é a que mais protege o escritório depois. Ela alimenta diretamente o critério Aguenta pancada.
Duas linhas fazem o trabalho pesado aqui. As horas consumidas hoje, na linha 5, viram a base contra a qual a banca mede a economia, e sem elas o critério de horas não tem como ser julgado. A linha 9, sobre o que o agente deve recusar, é a mais difícil de responder e a que mais protege o escritório depois. Reserve tempo para as duas, de preferência com o dono do processo ao lado.
O que precisa estar pronto antes
Fase 0 encolheu. Não desapareceu.
O inventário saiu da preparação e virou o bloco 5 do dia 1, como combinado. Mas quatro itens continuam sendo pré-requisito, e se algum deles falhar, nada do resto importa.
Resolvido
Licenças das duas plataformas
Claude e Base44 já contratados para toda a equipe. Falta apenas confirmar com a área de tecnologia que os domínios estão liberados na rede do escritório e testar o acesso de dentro da sala onde o evento acontece.
Pendente
Base de casos anonimizada
Ao menos trinta documentos reais por área candidata, com dado pessoal já removido. Sem isso o dia 2 vira exercício com informação inventada e o encerramento perde a credibilidade inteira.
A definir
Número de mentores em sala
Cinco turmas simultâneas com um mentor apenas significa vinte minutos de atenção por turma a cada hora e meia. Nos dois sprints do dia 2 isso é pouco. Recomendo dois mentores circulando.
A definir
Critério do concurso de seleção
Além da nota, classifique por perfil. A turma precisa de gente que gosta de escrever regra e de gente que gosta de montar tela. Se a seleção olhar só uma dimensão, a formação das turmas fica torta no dia 1.
Dois dias. Dez entregas. Nenhuma promessa para depois.
No fim da tarde do segundo dia, o escritório sai com cinco assistentes e cinco agentes funcionando, cada um com dono definido e plano de trinta dias. E com trinta advogados que já sabem construir o próximo sozinhos.
Advoco Brasil
Porque a mudança é essencial. Desde 2012 ajudando o mercado jurídico a evoluir.
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