Para além do esgotamento: a crise de saúde mental no trabalho e na advocacia

Brasil tem mais de 2 mil profissões com afastamentos por transtornos mentais

Para além do esgotamento

Uma desconstrução da crise de saúde mental no trabalho e na advocacia no Brasil

500 mil+

trabalhadores afastados por transtornos mentais

1,6%

do PIB impactado em 2025

2º ano

consecutivo de recorde histórico

O propósito deste documento é transcender a análise superficial do sintomaIr além dos números e diagnósticos para entender as causas profundas do problema. Buscamos desconstruir as premissas ocultas e os paradigmas que sustentam esta crise, revelando as suas verdadeiras raízes organizacionais e sociais.

1. A ilusão do sintoma: decodificando a narrativa oficial

A forma como um problema é enquadrado determina as soluções que são consideradas viáveis. No caso da crise de saúde mental laboral, as premissas implícitasSuposições não questionadas que moldam nossa compreensão e limitam as soluções possíveis que moldam a compreensão pública e institucional do fenômeno estão a limitar perigosamente o campo de ação.

Premissa oculta I: uma crise de "saúde", não de "trabalho"

A primeira e mais difundida premissa é que o aumento exponencial de diagnósticos psiquiátricos é, primariamente, um problema médico ou de saúde pública. Esta visão, embora parcialmente correta, é perigosamente incompleta.

A evidência aponta para uma causalidade direta nas condições laboraisO ambiente e as práticas de trabalho como fatores determinantes do adoecimento: a pressão incessante por metas no varejo, a invisibilidade social que corrói a autoestima dos faxineiros, a sobrecarga repetitiva de auxiliares de escritório ou o ritmo desumanizante imposto pela máquina na linha de produção são fatores organizacionais, não patologias individuais pré-existentes.

Ao medicalizar o sofrimentoTratar problemas sociais e organizacionais como se fossem exclusivamente questões médicas individuais, desviamos a atenção das condições de trabalho patogênicas e, sutilmente, colocamos o ônus da recuperação e da adaptação exclusivamente sobre o trabalhador, eximindo a organização de reavaliar a sua própria estrutura.

Premissa oculta II: um problema de indivíduos, não de sistemas

Derivada da primeira, a segunda premissa sustenta que a solução reside no fortalecimento da resiliência individualCapacidade de um indivíduo se adaptar e superar adversidades — quando usada como único remédio, ignora causas estruturais. A diversidade de profissões afetadas — desde a base da pirâmide produtiva até a advocacia de alta especialização — demonstra, contudo, que o problema não é um agregado de falhas individuais, mas um fenômeno sistêmico.

Iniciativas como as aulas gratuitas de yoga e ginástica funcional, promovidas pela CAASP, são exemplos de respostas bem-intencionadas que operam dentro desta lógica. Elas oferecem ferramentas valiosas para o bem-estar, mas focam no indivíduo, sem questionar a estrutura do trabalho jurídico que gera o esgotamento em primeiro lugar.

2. Os limites do paradigma: por que as estruturas atuais falham

Paradigmas restritivosModelos mentais que, embora eficientes para certos objetivos, criam pontos cegos que impedem a resolução de problemas complexos são modelos mentais e operacionais que, embora eficientes para certos objetivos — como a maximização da produtividade a curto prazo —, criam pontos cegos que impedem a identificação e a resolução de problemas complexos.

O paradigma da resiliência individual versus a realidade sistêmica

A linguagem utilizada para promover iniciativas de bem-estar é reveladora: segundo o diretor da CAASP, "O projeto oferece a estrutura perfeita para cultivar hábitos duradouros... É a chance de, finalmente, inserir o compromisso com o próprio corpo e mente na agenda".

O foco está na responsabilidade do indivíduo de "inserir o compromisso" na sua rotina, como se a agenda fosse um espaço neutro e a falta de bem-estar, uma falha de gestão pessoal.

Esta abordagem colide frontalmente com os estressores sistêmicos da advocacia contemporânea:

  • A hipervigilânciaEstado constante de alerta gerado por notificações e prazos do sistema judicial eletrônico imposta pelo Processo Judicial Eletrônico (PJe)
  • A pressão asfixiante por billable hoursHoras faturáveis — métrica que transforma o tempo do advogado em mercadoria, incentivando jornadas ilimitadas
  • A natureza intrinsecamente adversarial da profissão

Questão provocativa: pode uma aula de yoga resolver a "uberização" da advocacia ou o technostressEstresse causado pela interação constante com tecnologia digital, especialmente sistemas instáveis ou invasivos da Justiça 4.0? A resposta é, evidentemente, não.

Espelhos da exaustão: a lógica comum entre a linha de produção e a advocacia de ponta

Fator de pressão Na linha de produção Na advocacia corporativa
Métrica de desempenho O desempenho é medido pelo "ritmo imposto pela máquina", uma métrica externa, inflexível e desumanizante O desempenho é medido pelas "billable hours", que transformam o tempo em mercadoria e incentivam jornadas ilimitadas
Autonomia Nível muito baixo, com o trabalhador subordinado ao fluxo contínuo e repetitivo da esteira A autonomia técnica é alta, mas a autonomia sobre o próprio tempo é drasticamente baixa
Ferramenta de controle A própria máquina dita o ritmo, a repetição e o isolamento O PJe e os sistemas de notificação geram estado de hipervigilância permanente

Comparativo de fatores de estresse ocupacional

3. Vazios estratégicos: o que não estamos a discutir

Todo paradigma dominante gera pontos cegosÁreas críticas que são ignoradas ou normalizadas pelo modelo mental predominante — áreas críticas que são ignoradas ou normalizadas. Expor estes pontos cegos é o primeiro passo para formular soluções que atuem na raiz das causas.

O ponto cego estatístico: a miragem da advocacia autônoma

Existe uma lacuna estratégica fundamental nos dados oficiais do INSS. O regime de trabalho predominante na advocacia — autônomo ou de associado — mascara as estatísticas de benefícios previdenciáriosAdvogados autônomos não entram nas estatísticas de afastamento do INSS, ocultando a real dimensão do problema.

Como resultado, a real dimensão do adoecimento psíquico neste setor de alta qualificação permanece subestimada. Este ponto cego estatístico torna a epidemia de Burnout na advocacia "silenciosa" e, consequentemente, menos urgente na agenda de políticas públicas, apesar da sua severidade.

A normalização do ambiente patogênico

Práticas de trabalho nocivas, como a cultura de disponibilidade totalExpectativa de que o profissional esteja acessível 24/7, eliminando a fronteira entre vida pessoal e trabalho e o "technostress" gerado por plataformas digitais instáveis como o PJe, foram perigosamente normalizadas.

Em vez de serem classificados como riscos ocupacionais claros — com a mesma gravidade de riscos químicos ou biológicos —, são aceitos como um "custo" inevitável da modernização e da competitividade. Este vazio regulatório permite que ambientes de trabalho patogênicos operem sem fiscalização adequada.

A invisibilidade do trabalho emocional e da violência urbana

O levantamento da OIT e do MPT revela outros fatores de risco psicossocial subestimados. O trabalho emocionalGestão contínua das próprias emoções para satisfazer expectativas do empregador ou cliente exigido dos vendedores do varejo — a gestão contínua das próprias emoções para satisfazer o cliente — e o impacto da violência urbana em motoristas e vigilantes são determinantes diretos para diagnósticos de ansiedade, depressão e TEPT.

Estes fatores representam um "custo oculto" para o sistema, pois não são formalmente reconhecidos como parte da carga de trabalho, apesar de sua centralidade na experiência laboral e no processo de adoecimento.

Fatores de risco psicossocial por categoria profissional

4. Reconstruindo a abordagem: perspectivas alternativas

Uma vez desconstruídos os velhos paradigmas, torna-se possível reconstruir uma abordagem ao trabalho que seja simultaneamente produtiva e regenerativaModelo de trabalho que restaura e fortalece a saúde dos trabalhadores, em vez de degradá-la para a saúde humana.

Pilares para uma nova arquitetura do trabalho

Direito à desconexão

Norma regulatória essencial que protege o profissional do estado de hipervigilância permanente, preservando não apenas sua integridade mental, mas também a qualidade técnica do seu trabalho na era digital.

Risco psicossocial como norma

Fatores como alta demanda e baixo controle devem ser tratados com a mesma seriedade regulatória que os riscos físicos, químicos ou biológicos no ambiente de trabalho.

Suporte social estruturado

Redes de apoio sólidas e comunidades profissionais que se contrapõem à "solidão do autônomo", transformando o isolamento em conexão e pertencimento.

Autonomia real sobre o tempo

Ambientes de trabalho que deliberadamente projetam maior controle do profissional sobre sua própria agenda, diferenciando autonomia técnica de autonomia temporal.

Métricas humanizadas

Substituição de métricas extrativistas como "billable hours" por indicadores que considerem a sustentabilidade do desempenho e a saúde integral do profissional.

Fiscalização da causa, não da consequência

A atuação do MPT deve migrar da consequência (o trabalhador adoecido) para a causa (o desenho do trabalho), responsabilizando organizações pela forma como estruturam suas demandas.

A fórmula de Karasek: entendendo o dano cumulativo

O modelo de Karasek oferece um arcabouço técnico para reconfigurar o conceito de risco no ambiente de trabalho. A fórmula de probabilidade de adoecimento é:

Pi = ∫ (D × t) / (C + S) dt

Onde:

  • D = Demanda (pressão, carga de trabalho)
  • C = Controle/Autonomia
  • S = Suporte Social
  • t = Tempo de exposição

O componente integral (∫) é a chave analítica: ele revela que o dano é cumulativoO estresse se acumula ao longo do tempo — não é apenas a intensidade, mas a exposição prolongada que causa o adoecimento, resultado da integração incessante do estresse ao longo do tempo. É a formalização matemática da "cronificação do estresse laboral".

Modelo demanda-controle de Karasek

Provocações para reflexão

Passe o mouse sobre os cards para revelar insights críticos do documento

O custo real

Um país que adoece sistematicamente a sua força de trabalho não pode inovar, competir ou prosperar. A escolha não é entre produtividade e bem-estar.

A ilusão paliativa

Pode uma aula de yoga resolver a "uberização" da advocacia ou o technostress da Justiça 4.0? A resposta é, evidentemente, não.

O diagnóstico invertido

A crise de saúde mental não é um problema que acontece no ambiente de trabalho; é, em grande medida, um problema do ambiente de trabalho. A diferença é fundamental.

A epidemia invisível

O regime de trabalho autônomo mascara as estatísticas previdenciárias. A real dimensão do adoecimento psíquico na advocacia permanece subestimada.

O ultimato sistêmico

O recorde de afastamentos é um ultimato. Reimaginar o trabalho não é um exercício de retórica, mas uma condição de sobrevivência econômica.

Um chamado à reimaginação do trabalho na Advocacia

O argumento central deste documento é que a crise de saúde mental não é um problema que acontece no ambiente de trabalho; é, em grande medida, um problema do ambiente de trabalho.

Soluções focadas no indivíduo, como programas de bem-estar, embora válidas como suporte, são manifestamente insuficientes para conter uma hemorragia de causas sistêmicas.

O recorde de afastamentos é um ultimato. Reimaginar o trabalho não é um exercício de retórica, mas uma condição de sobrevivênciaA sustentabilidade econômica e social depende de modelos de trabalho que não degradem sistematicamente a saúde para a economia do século XXI.

Um país que adoece sistematicamente a sua força de trabalho não pode inovar, competir ou prosperar. A escolha, portanto, não é entre produtividade e bem-estar, mas entre um modelo extrativista em colapsoSistema que extrai valor do trabalhador sem considerar sua regeneração, levando ao esgotamento sistêmico e um futuro onde a saúde coletiva é o principal ativo produtivo.

Cenários projetados: modelo extrativista vs. modelo regenerativo

Análise baseada em dados do INSS, OIT, MPT e CAASP • 2025

Documento elaborado para reflexão crítica sobre políticas de saúde ocupacional no Brasil | Por André Medeiros

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