
O paradoxo da competência jurídica: por que os métodos de estudo tradicionais geram profissionais obsoletos
A advocacia moderna enfrenta um volume de informação inadministrável, e a resposta convencional de ‘estudar mais’ é um erro de diagnóstico. Este artigo argumenta que a expertise não vem da acumulação de dados, mas da eficiência dos sistemas de processamento cognitivo. Abandonando a retórica motivacional, apresentamos uma análise funcional com sete protocolos operacionais, adaptados da ciência cognitiva, para otimizar a maneira como advogados analisam, retêm e aplicam o conhecimento. O objetivo é substituir a diligência quantitativa por uma assimilação ativa e estratégica, desenvolvendo uma capacidade superior de raciocínio e argumentação.